Chega
Chega por hoje. Não mais consigo. A produção é inspiração, e por ora, já acabou. As rimas pobres denunciam, chega.
Escrito por Luiz Eugenio às 20h33
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As covinhas
Seu jeito insinuante. Seu belo andar, resplandeciam sua silhueta. Ah, que coisa bela, era o que todos pensavam. Enfim, suas covinhas faziam o dia mais feliz, daquele que a possuíra.
Escrito por Luiz Eugenio às 20h32
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Na hora do Adeus
Moribundo na cama, mandou chamar seus convivas, sua família. Havia um comunicado a fazer. No momento culminante, pediu atenção. O silêncio imperou naquele quarto, com cheiro de álcool de limpeza. Chegado o momento, disse: - ...
Escrito por Luiz Eugenio às 20h30
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O romântico
Era uma vez, um cara romântico. Dominava as palavras, os trejeitos de endoidecer as mulheres. Sua fama de conquistador não lhe aturdia, pois proferia as mais belas poesias. Certa feita o mal do amor lhe acometeu. Desesperado, perdeu o rumo. Morreu, Romeu, pobre coitado.
Escrito por Luiz Eugenio às 20h25
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Pare
Pare agora. Não diga mais nada: tuas vãs palavras não servem para preencher meu tempo.
Escrito por Luiz Eugenio às 20h24
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A construção
Construindo, Levantando e erguendo. O resultado: bem, quando ficar pronto, eu te conto.
Escrito por Luiz Eugenio às 20h23
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