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Chega
Chega por hoje. Não mais consigo. A produção é inspiração, e por ora, já acabou. As rimas pobres denunciam, chega.
Escrito por Luiz Eugenio às 20h33
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As covinhas
Seu jeito insinuante. Seu belo andar, resplandeciam sua silhueta. Ah, que coisa bela, era o que todos pensavam. Enfim, suas covinhas faziam o dia mais feliz, daquele que a possuíra.
Escrito por Luiz Eugenio às 20h32
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Na hora do Adeus
Moribundo na cama, mandou chamar seus convivas, sua família. Havia um comunicado a fazer. No momento culminante, pediu atenção. O silêncio imperou naquele quarto, com cheiro de álcool de limpeza. Chegado o momento, disse: - ...
Escrito por Luiz Eugenio às 20h30
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O romântico
Era uma vez, um cara romântico. Dominava as palavras, os trejeitos de endoidecer as mulheres. Sua fama de conquistador não lhe aturdia, pois proferia as mais belas poesias. Certa feita o mal do amor lhe acometeu. Desesperado, perdeu o rumo. Morreu, Romeu, pobre coitado.
Escrito por Luiz Eugenio às 20h25
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Pare
Pare agora. Não diga mais nada: tuas vãs palavras não servem para preencher meu tempo.
Escrito por Luiz Eugenio às 20h24
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A construção
Construindo, Levantando e erguendo. O resultado: bem, quando ficar pronto, eu te conto.
Escrito por Luiz Eugenio às 20h23
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Voltei, mas não prometo que é pra ficar!
Ausência ocasional. Compromissos quistos à minha vontade me impediram de aqui blogar. Escusas a quem deixou de me visitar. Mudanças vêm e vão. O destino para aqueles que assim acreditam, está lá. Para mim, o destino é, não será. O futuro depende do ser no presente. O futuro do pretérito não combina comigo. Sou mais um presente e seu respectivo futuro. That´s all.
Escrito por Luiz Eugenio às 12h51
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Conjugando II
Eu starto Tu logas Ele inicializa Nós chateamos Vós no esc Eles tc, assim, sem conjugar mesmo.
Escrito por Luiz Eugenio às 19h28
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Amor em tempos de carnaval
Acho que já escrevi algo com este título. Talvez. No entanto, o que importa, é que não há nada igual a outro. Um título não vincula o que lhe sucede. Se pedires para alguém repetir o mesmo texto, não conseguirás que o faça. O resultado será diverso.
Assim como um amor: vem, vai e permanece. Não necessariamente nesta ordem, ou com estes verbos. Ele pode nem vir, nem ir, ou se esvaiecer antes que se imagine. Principalmente, o amor em tempos de carnaval...
Escrito por Luiz Eugenio às 19h26
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Pílula I
Eu voltei Agora não é pra voltar. Porque agora seria a hora certa do retorno? Honestamente, não entendo. Existem coisas incognoscíveis, dentre elas, a razão que nos faz escolher entre uma coisa e outra. Seriam os motivos determinantes para o jurista, ou a motivação do ato, para o administrativista. Enfim, voltar ou não, independe da razão, e sim do querer. Que queres?
Escrito por Luiz Eugenio às 19h21
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Um cara bacana
Wallace é um cara bacana. Nos altos de seus 62 anos, aparenta ter uns 60 mesmo. Sua pele escura esconde os sinais evidentes da idade; no entanto, a bebida não. A bebida delatava a vida de boêmio que aquele cidadão simpático passara.
O figura era o quinto dos seis filhos da Dona Cleonice. Seu pai era desconhecido, ao menos para ele. Antes mesmo de nascer, no norte de Minas, seu pai abandonara a família, para tentar ganhar a vida na cidade grande. Enfim, sem pai, Wallace aprendeu sozinho a ser homem. E Homem com H maiúsculo mesmo, daqueles que gingam, e vendem o almoço pra pagar o jantar (sem deixar de comer em ambas refeições), além de xavecar toda e qualquer criatura feminina que se mova.
É um cara esperto esse Wallace. Apesar de nome gringo, transpira em suas veias uma brasilidade ímpar: é um exímio compositor e intérprete. De seu surrado violão, destila canções de Noel Rosa e cia. Como poucos, atrai para si admiração e dó. Sim, apesar de seu reconhecido dom, seu aspecto Macunaíma de ser não era capaz de lhe dar muita credibilidade. Entre um clássico e outro da música popular brasileira, entornava um copo cheio de conhaque, daqueles de origem duvidosa. Quanto mais tomava, melhor fluía suas habilidades. Era uma espécie de motor à propulsão, e o álcool que lhe adentrava, fazia com que queimasse a mais terna das interpretações que Erasmo e Roberto Carlos poderiam fazer. Inacreditável.
Num dia desses inspirados, um Wallace lamurioso, relatou uma de suas passagens. Rosilene foi uma de suas namoradas. Morreu aos 28 anos, na flor da idade, atropelada. Wallace a amara intensamente, no entanto, ela não aturava suas noites trópegas, perpassadas num dos bares de luzes avermelhadas que toda cidade possui. Se separaram quando ela ainda morava com os pais. Em três meses de separação, Rosilene encontrara um branquinho afortunado que se encantou com as curvas sinuosas daquela bela mulata. Pouco tempo depois, descobriu-se que Rosilene engravidara. Não se sabe de quem, se do riquinho babaca ou do nosso pobre herói. Wallace jura que Wesley era seu filho. Sim, Rosilene o batizara com tal nome. Em verdade, não se sabe, nem se saberá. E Wallace, terá que conviver com tal sentimento angustiante, que lhe atormenta às vezes.
Olhando os carros na rua, tragando uma pingua marvada, com seu violão em punhos, andava a esmo. Até parar novamente, e contar mais uma de suas histórias. Taí uma pessoa admirável que sem muito querer, cativa com magnetismo hercúleo, a atenção das mentes distraídas.
Escrito por Luiz Eugenio às 18h09
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Hai Kai III
Ah, se eu soubesse disso antes... Não seria o mesmo, pois o futuro era o presente do passado, e não o pretérito do vindouro desconhecido (que agora eu conheceria).
Escrito por Luiz Eugenio às 12h52
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Disperso II
O enlace perfeito nasceu desafiador; quem ousa enfrentá-lo? E como mantê-lo? Solução não há. Quebrado ou intacto, já diria o dito: o senhor é o tempo da razão.
Escrito por Luiz Eugenio às 12h52
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Disperso I
Flexão e reflexão, torcendo os caminhos, num árduo exercício da mente e corpo jungidos solamente.
Escrito por Luiz Eugenio às 12h51
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Conjugando
To blog
eu blogo tu estás no sul ele, não sabe nós estamos vós na Bíblia eles lêem
Escrito por Luiz Eugenio às 12h50
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